segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Sobre o que não sei

 Sofro com o que não sei, e mesmo assim não me importo em tentar aprender. São as desordens que acobertam-me, usando as fragilidades impostas pela alma que já não sabe ser minha. 
 De paradoxos reinvento os meus dias, e mesmo assim reclamo de seus defeitos. São minhas as complicações, e quando delas tento escapar, descubro que são feitas de mim, ou eu sou feita delas. Se juntam como ínfimos grão que aos poucos se formam neste corpo que dispensa o conforto para dar lugar às vastas perturbações que se afloram a cada instante, não só no corpo, mas no existencial de mim. 

 De uma alma que não sabe o que quer, sou dona. E encontro nela os caminhos tantos, desprovidos de uma certeza. Quais me serão usáveis, desconheço. De procuras já me cansei, agora espero o que me permita descobrir-se, sem me dar ao favor de sair do lugar. Porque, repito, cansei. 

6 comentários:

Claudiomar Aparecido disse...

otimo texto, você escreve muito bem

Fábio Alves disse...

Belo texto.

Tati disse...

O jogo de palavras é bom... tenta falar de você em uma pessoa que te pertence [e acredito que não haja figura, nem linguagem pra isso!]

Llu Cherry Bomb disse...

Ótimo texto, lindo!

Bjks!

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Poeta da Colina disse...

O passo nunca é uma certeza, é apenas um desejo.

Valter Marques disse...

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